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domingo, 12 de junho de 2011

Dia dos namorados 2011

No meu primeiro Dia dos namorados com o meu namô, hoje noivo, ele já havia se mudado para São Paulo. Era dia de semana, eu estava na cobertura de mais um Fashion Rio, e ele na redação do Grupo Estado - que de sinônimo de distância passou fazer parte do nosso estar junto. Em 2009, também passamos à distância. A mesma cena de 2008, do primeiro.  Em 2010 eu já estava aqui em SP, na mesma redação, a menos de 5 baias de distância. Mas aí teve SPFW e muito trabalho pra mim...sem contar as casinhas separadas. 

E olha só como evoluí. Neste 12 de junho de 2011, vou acordar, olhar pro lado e não mais sentir saudades agudas, no quanto é bom - e necessário pra alma - passar certas datas pertinho de quem se ama. Vou tomar café da manhã junto, ir pro trabalho junto, almoçar junto, sair do trabalho junto (porque será plantão hunf!) e poder comemorar mais um Dia dos Namorados juntinho!!!!!  E eu sou muito feliz por isso!

Sempre ouço: - Mas é bom ou ruim trabalhar com o namorado?

Aqui, acho que não preciso responder. Uma imagem vale mais que mil palavras:



(Ganhar chocolate, no meio da tarde, ou de um fechamento....diz muito!)


O clipe abaixo é da múscia, do Nando Reis, e lembra muito o meu início de namoro e o que ele significa pra mim.

(...)Não sei se o mundo é bom
    Mas ele está melhor
    Desde você chegou
    E perguntou:
   Tem lugar pra mim? (...)
(...)Não sei o mundo é bom

    Mas ele está melhor
    Desde que você chegou
    E explicou
    O mundo pra mim (...)




Feliz Dia dos Namorados! ; )

 


domingo, 24 de abril de 2011

Em tempo: Viva os 70 de Robertão! E Vida longa ao Rei!

Roberto Carlos completou 70 anos de vida na terça-feira passada. Entre uma entrevista e outra, passei o dia lendo reportagens sobre ele.  Em cada uma eu pensava - e  rezava: que ele viva muito!

Roberto Carlos é trilha sonora de nostalgia. Quem não tem um avô, pai, mãe ou tios que ainda não tenham lá no fundo do baú muitos  LPs do Roberto. No meu caso, é meu pai quem dá esse tom. E também tenho uma tia que é apaixonada - tipo  a ponto de dizer  que ele é lindo. Por causa deles eu escutei - e muito - na minha infância. Já tive birra, critiquei e, de uns 10 anos pra cá, Roberto Carlos figura na lista das minhas personalidades que mais admiro!

Aliás, fim de ano - minha época preferida -  não tem a mesma graça sem Especial RC". E é por isso que eu precisava registrar aqui, ainda que com atraso,  o quando eu desejo uma vida longa ao Rei!

Com suas canções eu me emociono e choro,  me divirto, danço e dou risada. Reflito, rezo, penso na vida e no passado. Acho que por isso  ir a um show dele -em 2008- foi tão importante pra mim. Foi lindo e eu ainda consegui uma rosa vermelha beijada por ele e entregue em mãos, claro!!! { Obrigada Felipe, por me ajudar a passar pelas senhorinnhas se acotovelando ! E por me proteger delas, é claro!}.  Mas é claro que nem só de senhoras eternamente apaixonadas é formada a plateia de RC. Homens, jovens, adolescentes, todos emocionados. Incrível!
Bom, só vim aqui registrar que eu AMO Roberto Carlos. Como adoro todas as músicas, coloquei as primeiras que me vieram no pensamento.  Não por acaso estão entre as que mais gosto.

COMO É GRANDE O MEU AMOR POR VOCÊ
(a mais linda melodia e letra)



QUANDO
(cantei muuuuuuuuito nos show)





NOSSA SENHORA


MULHER PEQUENA
(Essa é pra mim!)

domingo, 10 de abril de 2011

Minha primeira meditação...

Ando ansiosa. Com a respiração rápida, suspiros profundos - às vezes molhados, se é que me entendem- testa franzida, olhando para o nada, distraída com meus devaneios. Anseios à parte, por causa desse comportamento, que já está passando - ufa!-, ando pensando o quanto não valeria a pena eu começar a meditar. Na verdade, já fiz uma vez, movida por uma entrevista com a icônica Monja Coen Sensei. E nesta semana, lembrei muito desse dia...


O convite partiu gentilmente de Coen, quando a convidei para a tal entrevista. Ela pediu que, antes, eu fosse a uma palestra sua e também na meditação para principiantes. Aceitei. Por motivos de mudanças na pauta nossa conversa foi adiada, mas não minha visita.


Era um domingo quente em janeiro desse ano quando saí de casa aqui em SP para a comunidade budista no bairro do Pacaembu. O namorado, companheiro de aventuras turísticas por aqui -, movido por sua conhecida curiosidade, me acompanhou. De blusa 'podrinha', um calça  legging preta e, no pé, uma rasteirinha, parti animada. Primeiro erramos o endereço enganados pelo clichê da aparência budista. Rs.  Por coincidência, o casarão com cara de templo era uma empresa de contabilidade. O templo, uma casinha singela ao lado. Rimos.


No local certo fomos convidados a entrar, fizemos nossa colaboração espontânea e trocamos os sapatos pelas sandálias havaianas cedidas por uma monja. Aos poucos os iniciantes - alguns mais experientes, outros pela primeira vez, como eu - iam chegando. Cerca de 40 pessoas - muito mais do que a organização esperava. Seria o clima de início de ano?


Seguimos para os fundos da casa e, num quintal, nos acomodamos em cadeiras para receber as orientações da coordenadora. Aprendemos a postura correta, as posições, sobre o silêncio e o que é a meditação Zanzen. Sempre achei que meditar era não pensar em nada. No caso da zanzen, o foco é sim num pensamento, apenas no presente. Mais difícil ainda, descobriria eu 40 minutos depois.


 
as mãos ficam assim na meditação zazen. como se segurasse uma folha de seda

Em fila, fomos para dentro do templo. Na porta reverenciamos o altar, entramos com o pé direito, sentamos - uns em baquetas, outros em almofadas. Eu, como não estava preparada para a posição de lótus, fui de banquinho. De olhos entreabertos, olhando para a parade, ouvi o primeiro sino soar. Após 25 minutos, tivemos um intervalo de cinco  andando pela sala me círculos - ainda com os olhos entreabertos e com as mãos na mesma posição acima. Depois, mais 25 minutos. Como foi difícil. Pensava no passado, num futuro próximo, num futuro distante, se o namorado estava ficando bravo, rs. Os desenhos na parede formavam forma, insetos posavam. E nada de concentração no presente.


Ao final, já não sentia as pernas. Na mesma sala, os monges nos explicaram sobre a meditação. Todos colocaram suas dificuldades. Descobri que não era a única. "É assim mesmo", disse a coordenadora -  que não era uma monja. E agora penso em começar novamente.


Aí, na semana passada, li no Facebook do Monje Ryosan, da comunidade da Monja Coen, que conheci em uma entrevista:  "Se você tem uma boa meditação, precisa continuar. Se você tem uma meditação ruim, precisa continuar(...) e com apreço. (...) O apreço vem depois". Desde então tenho pensado muito nessa questão de continuar com positividade, mesmo quando o desânimo bate. Faço isso muito bem, mas, às vezes,  me distraio.

E essa frase também faz todo sentido para quem medita pela primeira vez....a minha foi longe de ser zen, mas, agora, penso mesmo em continuar, continuar...



Uma semana zen para todos!
.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Da série: acho que vou chorar


Ele encomenda flores para o aniversário da namorada. Pede as mais perfumadas, pois sabe que são as preferidas dela. E, de São Paulo, muitos quilômetros de distância da cidade onde eles estarão de folga no dia 27 de fevereiro, faz o pedido enquanto a atendente da floricultura ouve atentamente.


- Pode escrever assim, por favor: "Minha flor! Este é o seu aniversário mais importante pra mim porque agora estamos noivos e vamos passar o resto da vida juntos. Te amo. Parabens! Felipe."

Do outro lado da linha...

 - Hunf!

- Oi?

- "Vou chorar. Que bonito."


E no dia 27 de fevereiro, a namorada-noiva também achou bonito e também chorou. Porque ela ficou emocionada com as palavras do seu amor e com a sensibilidade da moça da floricultura.

Fim.

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Numa quinta-feira de março, dia de fechamento, de chegar tarde em casa.Ela encontra flores, um arranjo em formato de coração em cima da mesa.

- Olha, Rosas! Pra mim??!?!


- Sim!

- Que lindas, por que?

-Ah, é quinta-feira.

- Hum?

- É. E porque eu te amo.

- Acho que vou chorar.

E chorou.

E, como sempre, ele riu dela.

E eles riram juntos.

Fim. ; )
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