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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Orgulho barramansense: a moda-arte de Flávio de Carvalho no Mube, em SP

Barramansese que é barramansese tem que conhecer a história de Flávio de Carvalho. Fashionista que é fashionista, também. Se você mora em Sâo Paulo ou acessa sites de moda e cultura,  deve ter lido nos últimos dias o nome do meu conterrâneo que  foi artista plástico, desenhista, arquiteto e marcou, na década de 1950, o primeiro estudo sobre moda feito no país!  Orgulho!

É que desde o dia 15 de oututbro Flávio de Carvalho dá nome a uma exposição aberta -- que já tem causado burburinho entre os fashionistas, que eu sei -- no Museu Brasileira de Escultura (Mube), aqui em São Paulo: 
 "Flávio de Carvalho Desveste a Moda da Cabeça aos Pés"



Sob a curadoria de Agnaldo Farias, curador da Bienal Internacional de São Paulo, e de Mariana Lanari, editora do livro 30 anos de moda no Brasil - 80, 90, três décadas da moda brasileira são contadas pelas parte do corpo, que era base para a pesquisa do artista. É a evolução das criações de moda retratada de forma atemporal e ilustrada pelo trabalho de fotógrafos como Bob Wolfenson, Gui Paganini e Jacques Dequeker.
O que fez o ousado Flávio de Carvalho? Deu o  pontapé na evolução da moda brasileira. Tá bom pra você? ; )

Toda essa revolução que a moda brasileira tem passado, das nossas semanas de moda entrarem nos calendários de internaciconais, tanta criação ousada, certamente começou com as experimentações desse meu conterrâneo, décadas atrás. Orgulho de novo!




Serviço
"Flávio de Carvalho desveste a Moda Brasileira da Cabeça aos Pés"
De 15 de outubro a 14 de novembro. De terça a domingo, das 10h às 19h.
Mube – Museu Brasileiro de Escultura, Av. Europa, 218, São Paulo, SP.
Entrada gratuita

Vamos?



sexta-feira, 15 de outubro de 2010

É hoje: Blog Action Day 2010

Hoje é dia do Blog Action Day 2010, quando a blogosfera mundial se reúne em torno de um tema. O deste ano é "Água". Tinha tema mais importante?

Soube da ação ontem, por meio do grupo de discussão do LuluzinhaCamp. Achei importantíssimo. Mas, entre pautas, entrevistas, correria do fechamento, não me programei para escrever algo a respeito. Mas também não poderia deixar de participar, nem que seja não-oficialmente. (Para participar oficialmente, é preciso inscrever-se no http://blogactionday.org/).

 

A gente fica indignado quando vê aquele vizinho"varrendo"  a calçada com a mangueira, mas faz a mesma coisa, em atitudes diferentes. Horas no banho e  torneira aberta são só as mais comuns no dia a dia...

 O líquido vital só é valorizado quando faz falta. Refletindo sobre isso, lembrei-me de um triste episódio, em 2008, no Sul Fluminense, mas que se refletiu, negativamente, por todo o Estado do Rio e até SP. A tragédia ambiental causada pela  Servatis , que contaminou o Rio Paraíba do Sul com inseticida dos bravos.

A cena foi chocante, mas não é tão rara. Imaginem: milhares de peixes mortos. Capivarase e outros animais também. Moradores sem água potável. Pescadores sem fonte de renda, economia da região afetada...
 Na ocasião, eu era repórter do Diário do Vale e acompanhei tudo de perto. Lamentável.

E quantas enchentes já castigaram o povo esse ano? E mataram, acabaram com lares, com cidades inteiras? Gente ignorante (ou não) e pobre que joga seu próprio lixo nos rio e depois todo mundo já sabe como ele volta...

Em pensar que, ainda nos primeiros anos de escola, eu já recebia lições da importância de cuidar da água. Isso tem anos. E a situação só piora.

Acredito que não adianta a escola ensinar, se dentro de casa, os pais não dão exemplo as suas crianças, que, por sua vez, não vão ensinar a seus filhos no futuro. E assim vai o círculo vicioso. O pouco que faço em relação à economia e cuidados com a água, aprendi dentro da minha casa, observando e ouvindo meus pais. E assim farei, um dia espero, com meus filhos.

-- 

Pra relembrar o acidente ( ? ) ambiental causado pela Servatis: Aqui e Aqui

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Pra concluir, 10 maneiras simples de como economizar água, AQUI


sexta-feira, 28 de maio de 2010

Orgulho ( Pólo de Moda) Sul Fluminense de ser


Grifes do Sul do Rio lançam coleções no Rio-à-Porter

Nesta semana, o Polo de moda Sul Fluminense esta expondo, com sete grifes da a região do Sul do Rio, na 2ª edição no Rio-à-Porter. De acordo com Wagner Mehl, presidente do Sindvestsul (Sindicato das Indústrias do Vestuário do Sul do Estado do RJ), "as criações vão apresentar as características do interior e tradição do trabalho manual. Esse será um grande diferencial".



Acredito...mas sei bem que, ainda bem, há muito mais que "trabalho manual" naquele Polo, que acompanhei, como assessora de imprensa, por quatro edições do Fashion Business - quando eu ainda era uma estagiária de jornalismo (por meio da Firjan) deslumbrada com o mundinho fashion - foi meu primeiro contato com a moda, a criação...Na época, pude presenciar o grupo com 10, quase 15 empresas. Depois voltei como repórter, visitante...viciei.

Este ano, por mudança de Estado, não estive no evento. Contudo, mais do que muitos jornalistas daquela região que vão ao evento à convite da Firjan pelo 'oba-oba', sei que tem muita gente por lá que produz mais que artezanato, costuras...mas moda de qualidade, em produção e criação.

Algumas marcas desta atual formação do polo tive o prazer de conhecer bem, inclusive a evolução em qualidade, como a romântica Amparo Brasil, de Barra Mansa e a urbana Dona Chica, da vizinha Volta Redonda. Já a Maria-Fia, de Barra do Piraí, e a Penduricalho, de Valença, conheci com menos intimidadae, apenas como repórter que cobria o evento. Nesta edição, participam ainda a Francamente, de Vassouras, e Lugar de Arte, de Valença.

Senti falta de - pra mim - ícones da produção de lá: Bolsas e Tramas, de Pinheiral, com as bolsas em fibra de bananeira; os chapeus da Cristina Gurgel,  de Visconde de Mauá; as sandálias masculinas MacRod; as carteiras chics - estilo  it girl - da linda e talentosa Naline Leal, lá de BM. Sucesso entre as mirins globais, Gisele Mehl, de quem sou fã,  não expõe mais, mas sempre dá o ar da graça por lá.


Foto: Estande do Polo, em 2009, no Fashion Business


Flores Tropicais

 Nesta temporada as coleções, desenvolvidas com o acompanhamento do Senai Moda, levam o nome de "Flores Tropicais" e apresentam a flora brasileira nas roupas e acessórios.

 As peças trazem as tendências , valorizando o simples, a memória, a cultura, as experiências e as emoções. Os modelos abusam dos bordados, babados, fuxicos, laços, flores e diversos tipos de tecidos. Com influencias artesanais, cores e texturas traduzem a riqueza de detalhes das flores.
(Em breve, posto detlahes de cada coleção) 
Pena que tanto talento seja mais valorizado fora. Um exemplo? A Amparo Brasil, sucesso no Prêt-à-porter, em Paris, mas que nem existe para muitos conterrâneos. Outras marcas também já causaram burburinho , ao firmarem parcerias e desfilarem com grifes conhecidas -Walter Rodrigues e Redley- nas passarelas do Fashion Rio.

[ Em tempo: saudades do Fashion Rio. Este ano o trabalho vai ser todo no SPFW - que bom!]
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